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	<title>Gabriel Lopes &#8211; HT Hidrotérmica</title>
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	<title>Gabriel Lopes &#8211; HT Hidrotérmica</title>
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		<title>Veranópolis – RS ganha centro de geração de energia para cerca de 280 mil famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Novas instalações operarão a potência total de 166 Megawatts e oferecerão estrutura de apoio na formação de estudantes em energias renováveis Veranópolis – Rio Grande do Sul – No dia 11 de abril, a cidade de Veranópolis, no Rio Grande do Sul, recebeu a inauguração do novo centro de operações para geração de energia da [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Novas instalações operarão a potência total de 166 Megawatts e oferecerão estrutura de apoio na formação de estudantes em energias renováveis</h2>



<p>Veranópolis – Rio Grande do Sul – No dia 11 de abril, a cidade de Veranópolis, no Rio Grande do Sul, recebeu a inauguração do novo centro de operações para geração de energia da região. Mais moderno e tecnológico, o centro abre as portas com equipamentos, servidores e computadores de ponta, com a tarefa de operar sete PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) de um único local, garantindo atendimento a cerca de 280 mil famílias da região, considerando um consumo residencial médio de 250 kWh/mês. O evento de inauguração contou com a presença do prefeito Waldemar de Carli, às 17h30.</p>



<p>Além de trazer uma estrutura mais robusta e equipada, o novo centro, que será controlado pela Hidrotérmica, do Grupo Bolognesi Energia, traz não só otimização da geração de energia, mas também conforto e segurança para as equipes e colaboradores. Para Tobias Monteiro, diretor financeiro do Grupo Bolognesi Energia, &#8220;a proposta da mudança para que o centro fique dentro da cidade de Veranópolis é também eliminar a necessidade de deslocamentos até as PCHs, minimizando riscos de acidentes de trânsito e melhorando a qualidade de vida dos colaboradores, pois estarão mais perto de suas residências&#8221;.</p>



<p>As Pequenas Centrais Hidrelétricas são controladas a partir do novo centro de operações da Hidrotérmica entregam energia para as subestações Nova Prata II, São Marcos e Guaporé, com potência instalada total de 166 Megawatts. Monteiro explica que a estrutura, oferece o controle da geração de energia de forma mais agrupada. &#8220;Essa melhoria traz ainda mais segurança e otimiza de forma inteligente a geração hidrelétrica da Hidrotérmica. Nossas equipes terão uma visão integrada das PCHs, facilitando o dia a dia da operação&#8221;, detalha</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://bolognesienergia.com.br/wp-content/uploads/2023/12/PCH-Palanquinho-Caxias-do-Sul-RS.jpg" alt="" class="wp-image-3096" style="width:487px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">PCH Palanquinho, Caxias do Sul &#8211; RS</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Legado para Veranópolis</h3>



<p>Após 15 anos do início de operação das primeiras usinas do Grupo Bolognesi Energia na região de Veranópolis, cidade que acolheu os trabalhadores da primeira obra da empresa, a Hidrotérmica busca gerar retorno à população local com suas novas instalações. O centro de operações, que hoje tem dezoito colaboradores, residentes da cidade, tem em seu espaço uma estrutura de apoio educacional para todos os interessados da região.</p>



<p>&#8220;Existe uma relação com a cidade a partir da história do Grupo e de nossos colaboradores, e queremos aproximar ainda mais a Bolognesi da população. A nova sede também visa inserir ainda mais a empresa em Veranópolis, oferecendo salas para treinamentos que servirão não apenas para capacitar as equipes de trabalho, mas também para receber escolas da cidade para visitação&#8221;, comenta Tobias.</p>



<p>O Grupo Bolognesi Energia projeta receber estudantes de todas as idades para que o centro seja um polo de conhecimento e auxílio ao município na formação dos jovens quanto à temas de energia renovável, meio ambiente, desenvolvimento de carreira e geração de energia.</p>
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		<title>Falar com a Geração Z sobre meio ambiente será essencial para o futuro</title>
		<link>https://www.ht-hidrotermica.com.br/falar-com-a-geracao-z-sobre-meio-ambiente-sera-essencial-para-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:27:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A busca por um futuro mais sustentável e consciente requer o envolvimento de todos os setores da sociedade.]]></description>
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<p class="has-small-font-size">Uriel Garber<br>Gerente de Planta da Hidrotérmica</p>



<p>A busca por um futuro mais sustentável e consciente requer o envolvimento de todos os setores da sociedade. Nesse sentido, o papel das empresas é crucial e vai além do cumprimento de suas obrigações legais, ao promover iniciativas que contribuam para o desenvolvimento sustentável das comunidades onde estão inseridas.<br><br>A questão ambiental é uma preocupação global que demanda ações coordenadas. De acordo com o estudo GfK Consumer Life 2022, a grande maioria da população mundial (71%) considera as mudanças climáticas muito graves. No Brasil, 60% dos entrevistados afirmam que gostariam de fazer mais pelo meio ambiente, mas desconhecem os meios para tal. É preocupante, no entanto, que a geração Z &#8211; nascida a partir de 1998 e que sofrerá os maiores impactos &#8211; tenha se mostrado menos engajada (26,1%) do que os millennials (49%) nas causas ambientais. Por essa razão, é essencial envolver a geração Z nas discussões e buscar maneiras de conscientizá-la sobre a importância de se agir de forma responsável em relação ao meio ambiente.<br><br>As empresas de energia renovável podem desempenhar um papel ainda mais importante, ao compartilhar o conhecimento adquirido em suas atividades e estabelecer parcerias com os municípios onde estão inseridas. As visitas de escolas nas PCHs têm sido uma forma eficaz de apoio na educação das crianças sobre a importância da energia renovável e do meio ambiente. Através dessas visitas, os alunos são ensinados sobre a produção de energia elétrica a partir da força da água, os impactos ambientais dos empreendimentos e a importância de uma interação saudável entre o desenvolvimento econômico e a preservação dos recursos naturais.<br><br>Essa experiência é fundamental para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis. As crianças que aprendem desde cedo sobre a importância da energia renovável e do meio ambiente tendem a levar esses valores para a vida toda.<br><br>Mas a importância dessas visitas vai além do que é ensinado durante o passeio. É preciso ter em mente que as crianças são agentes multiplicadores. O que é aprendido durante a visita pode ser levado para casa, para a escola e para a comunidade. Isso significa que a responsabilidade de trazer informações precisas e de fácil entendimento é grande.<br><br>Por isso, nossa empresa tem investido em materiais educativos e treinamentos para os nossos funcionários, capacitando-os para serem bons guias de visitação, de forma que as crianças tenham uma experiência educativa e agradável.<br><br>Dessa forma, as empresas de energia renovável podem não apenas ajudar a educar o público sobre a importância da energia renovável, mas também gerar um impacto positivo na região, estabelecendo uma relação mais próxima e transparente com as comunidades em que estão inseridas.</p>
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		<title>Sipatma: mera formalidade ou uma alavanca para o tema?</title>
		<link>https://www.ht-hidrotermica.com.br/sipatma-mera-formalidade-ou-uma-alavanca-para-o-tema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Há muito tempo que as empresas faziam ações como a Semana Interna de Prevenção de Acidentes por mera formalidade. Pelo menos essa deveria ser a verdade em um maior percentual de empreendimentos no Brasil e no Mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há muito tempo que as empresas faziam ações como a Semana Interna de Prevenção de Acidentes por mera formalidade. Pelo menos essa deveria ser a verdade em um maior percentual de empreendimentos no Brasil e no Mundo.</p>



<p>Filosofias do quanto é importante trazer esse tema à mesa e à parte, em pleno 2023, concluem que fazer a SIPAT é uma questão de resultados para as Companhias.</p>



<p>Sabemos que uma semana sozinha não dá conta de preservar a saúde física e emocional do colaborador, assim como o outubro rosa não resolve todos os futuros cânceres, ou o setembro amarelo não vai fazer banir as doenças mentais ou ainda, o novembro azul não vai zerar o percentual de homens que não se cuidam.</p>



<p>No entanto, executar todos esses grandes movimentos de conscientização, alteram os números negativos, aumentam os cuidados que temos conosco mesmo, e consequentemente trazem saúde nos âmbitos individuais e coletivos.</p>



<p>Ter uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes vai muito além de uma semana ou um dia, ela representa a cultura e o engajamento de uma equipe que foi construída ao longo de todo o ano. Tanto é assim, que muitas corporações, como a Bolognesi, têm estruturado em suas unidades não apenas a “SIPAT”, mas sim a “SIPATMAS”, trazendo para todos a integração dos aspectos de Saúde, Segurança e Meio Ambiente.</p>



<p>Normalmente as “SIPATMAS” ocorrem no segundo semestre do ano, não à toa, este é o período em que o balanço dos avanços, indicadores e principalmente, do planejamento é realizado, com vistas a aprimorar as ações a serem executadas no ano seguinte e que impactam no orçamento e no planejamento anual.</p>



<p>A “SIPATMAS” portanto é uma obrigação legal, mas mais do que a formalidade do rito, é um momento de alavancar as boas ações, conscientizar as melhorias a serem feitas e principalmente comemorar os resultados obtidos do período anterior.</p>



<p>Não é por mera casualidade, portanto, que a escolha do tema e a organização da SIPATMA cabe à CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem o papel de prevenir acidentes e doenças causadas pelo trabalho, além de ser composta tanto por empregados como por empregadores. É um trabalho conjunto de todos manter a saúde física dos colaborares, bem como estar atentos à sua saúde emocional.</p>



<p>A Bolognesi, além das CIPA e equipes de SSMA de cada usina, conta com uma equipe de SSMA Corporativo, responsável por apoiar e dar suporte técnico para as equipes locais. Nesse sentido, a presença do Corporativo e da Diretoria nos momentos de fala da SIPATMA são de suma relevância, pois transmitem aos colaboradores a visão estratégica do Grupo.</p>



<p>Exemplo da importância da SIPATMA, foi a realização da “<em>V SIPATMA</em>” na UTE Central Energética Palmeiras, localizada no município de Palmeiras de Goiás, no último dia 27 de outubro, a qual o tema escolhido foi: “<em>A vida em primeiro lugar</em>”.</p>



<p>Parece clichê e até de certo modo óbvio, mas é um tema que necessita ser debatido diariamente, afinal, o que constitui a grandeza do CNPJ são os muitos CPFs que o compõe, portanto, cabe à Companhia determinar aos seus colaboradores que esse é um valor inegociável: a vida em primeiro lugar. Sendo a vida no seu aspecto mais amplo, ou seja, aquela que baliza as ações que mantém o meio ambiente preservado, os colaboradores seguros e as Companhias com segurança e sustentabilidade a longo prazo.</p>
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		<title>Mercado, energia e fontes térmicas</title>
		<link>https://www.ht-hidrotermica.com.br/mercado-energia-e-fontes-termicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Recentes despachos de usinas térmicas no sistema estão sendo reiteradamente ordenados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) após uma série de problemas detectados na transmissão e distribuição que atrasaram a retomada do fornecimento de energia elétrica em função de um apagão ocorrido em agosto de 2023.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-small-font-size">Daniel Araujo Carneiro<br>Diretor Comercial e Regulatório da Bolognesi Energia<br>Novembro/23</p>



<p>Recentes despachos de usinas térmicas no sistema estão sendo reiteradamente ordenados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) após uma série de problemas detectados na transmissão e distribuição que atrasaram a retomada do fornecimento de energia elétrica em função de um apagão ocorrido em agosto de 2023.</p>



<p><br>O Operador Nacional do Sistema (ONS), concluiu que o desligamento de uma linha de distribuição causou oscilações elétricas nas regiões Norte e Nordeste, resultando na atuação das Proteções de Perda de Sincronismo – PPS.</p>



<p><br>Essas proteções causaram a abertura controlada de linhas de interligação provocando a separação elétrica das regiões Norte e Nordeste das demais regiões com o intuito de evitar a propagação do problema.<br>Somado a esse fato e as condições climáticas decorrentes da intensidade do el ninho houve a necessidade, também, do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) despachar as termelétricas para atender as regiões atingidas pela seca na região Norte, evitando-se, pois, problemas ainda maiores para os consumidores.</p>



<p><br>Finalmente, tendo em vista que a energia renovável &#8211; eólica e solar &#8211; está sujeita às variações do clima e com as altas temperaturas em todo o Brasil mesmo antes do verão na parte sul do País, as térmicas são uma alternativa rápida para suprir a necessidade crescente por energia.</p>



<p><br>Isso acontece principalmente no fim da tarde, onde a eletricidade fica mais cara em razão do pico do consumo.</p>



<p><br>É nesse período que a produção de energia solar está em descendência acelerada e justamente durante o aumento da utilização do sistema.</p>



<p><br>Recentemente o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, informou que o Comite de Monitoramento do Setor Elétrico trabalha com muita precaução para garantir suprimento e, ao mesmo tempo, equilibrar a segurança com a modicidade tarifária.</p>



<p><br>Ainda, ao reconhecer que o país possui fontes de energia que tem custo mais baixo e que precisam ser utilizadas, ratificou a importância estratégica da utilização de energia firme, hídricas e térmicas, para não comprometer a segurança energética.</p>



<p><br>O padrão de expansão da matriz de geração brasileira, baseado em fontes hidrelétricas, de grande porte, apresenta sinais de esgotamento.</p>



<p><br>Isso se deve à dificuldade de construção de novas usinas com reservatórios de armazenamento e à penetração das novas energias renováveis intermitentes, notadamente as fontes eólica e solar.</p>



<p><br>Portanto, é fundamental o reconhecimento da importância estratégica das térmicas e de sua pronta resposta à carga que se traduzem em eficiência e segurança para os consumidores, inclusive na manutenção da modicidade tarifária em função dos parques térmicos já existentes e disponíveis para o sistema.</p>



<p><br>No Brasil quem determina as regras de confiabilidade, compostas pelos fatores de adequacidade (atender a demanda a cada instante), segurança (retorno de ocorrências) e resiliência (meios de recompor o sistema) é o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que dita os chamados leilões de capacidade.<br>Todavia, referido órgão, até o presente momento só definiu critérios para o primeiro item, faltando estabelecer as regras para a segurança e resiliência, como qual a inércia mínima do sistema e o controle exigido para frequência e tensão das máquinas.</p>



<p><br>Conviver com uma matriz sem térmicas é algo muito difícil de se imaginar pela necessidade de segurança energética e balanceamento do sistema a todo momento.</p>



<p><br>Não ter térmicas aumenta muito a necessidade de investimentos em sistemas de transmissão sendo que uma das rubricas que mais subiram nos últimos 13 anos foram as de transmissão de energia.</p>



<p><br>Aumentando a oferta de energia e confiabilidade elétrica o Brasil teria potencial de crescer a economia muito mais do que os 0,36% dos últimos 15 anos.</p>



<p><br>Um dos motivos da estagnação seria a falta de projetos estruturantes de fontes que conseguem atender a demanda 24 horas por dia para a indústria eletrointensiva, como siderúrgicas, vidro e cerâmica, além de papel e celulosa, que requerem insumos de base.</p>



<p><br>Com um parque termoelétrico considerável, grande parte com ativos depreciados, a contratação de reserva de capacidade é fundamental para compensar situações de aumentos inesperados da demanda e para compensar períodos de baixa hidraulicidade, além de situações elétricas inesperadas e que tem acontecido de forma frequente no sistema elétrico brasileiro.</p>



<p><br>Portanto, ao se diversificar as fontes de combustíveis, na geração elétrica, utilizando ativos com custos mais atrativos e especialmente atrelados a sua depreciação, ter-se-á segurança no sistema, além da promoção da sua expansão com o menor custo unitário de investimento em geração, menor custo de transmissão e menor probabilidade de risco de déficit.</p>



<p><br>Assim, fica claro que as UTEs, especialmente a óleo, proveem segurança, modicidade tarifária, flexibilidade frente às fontes intermitentes, CVU (Custo Variável Unitário) baixo, solução transitória de baixo legado, capacidade sem energia, combustível armazenado no site e geram benefícios não percebidos pelos modelos de formação de preço.</p>



<p><br>Com combustível líquido, possuem vocação para serviços de capacidade, não requerendo quaisquer tipos de subsídios, mas valoração justa do benefício e o direito de participar dos mecanismos competitivos.</p>



<p><br>Está à mesa a discussão do próximo leilão de reserva de capacidade que deve ocorrer no ano de 2024 sendo certo que o MME (Ministério de Minas e Energia) e a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) tem buscado maximizar e planejar o melhor certame para garantir segurança ao atendimento da carga e, principalmente, modicidade para os consumidores.</p>



<p><br>O espaço para todas as fontes no sistema elétrico brasileiro é algo incontestável sendo um grande equívoco o atropelo em buscar uma transição energética antecipada visto que atualmente 85% no país é composto por energia renovável, um panorama que muitos países da Europa pretendem chegar, somente, daqui há 27 anos.</p>



<p><br>Ainda, tendo em vista ao incremento da geração distribuída, principalmente formada por solar, o Operador Nacional do Sistema Elétrico tem de lidar com muitas incertezas quanto a vazões das hidráulicas no período considerado seco além da necessidade do atendimento da ponta e que não possuí outra oferta segura, exceto térmicas, para cumprir esse papel.</p>



<p><br>A expansão das renováveis pela descarbonização e com preços competitivos fez outras fontes, térmicas, serem deslocadas da base do sistema para ponta, com a solar sendo a principal fonte na expansão nos próximos anos lançando as térmicas ao papel de segurança e atendimento de questões elétricas e demanda, principalmente de ponta, do sistema.</p>



<p><br>Em 2022, das 25 empresas da bolsa que mais pagaram dividendos, sete eram do setor de energia elétrica.</p>



<p><br>Segundo dados da plataforma Quantzed, as com os maiores dividendos yield nos últimos 12 meses dentro do IEE são Auren (AURE3, 10,74%), Taesa (TAEE11, 9,58%), Cemig (CMIG4, 8,63%), Engie (EGIE3, 8,21%) e CPFL Energia (CPFE3, 8,10%).</p>



<p><br>Importante destacar a diversidade das companhias e os seus negócios difusos em geração, transmissão, distribuição e comercialização, sendo que a grande maioria das elétricas se dedica a mais de uma dessas atividades.</p>



<p><br>Das 15 integrantes do IEE, apenas três são especializadas em uma única área: ISA Cteep (TRPL4) e Taesa, de transmissão, e AES (AESB3), de geração.</p>



<p><br>Entre os fatores que impulsionam esse desempenho das empresas do setor elétrico está a previsibilidade de resultados porque não dependem do restante da economia para desempenharem bem.</p>



<p><br>As ações das empresas ligadas à eletricidade, mesmo fazendo parte de um mesmo setor, sofrem impactos diferentes com relação aos reajustes ou a impactos tarifários.</p>



<p><br>Tudo depende dos motivos do aumento da energia, a exemplo de uma eventual crise hídrica, e da estratégia para superar os obstáculos, como políticas de redução de consumo, aumento de oferta, problemas de sistema ou aumento da demanda.</p>



<p><br>Nos casos das usinas térmicas, como Eneva (ENEV3), os efeitos da aplicação do aumento da eletricidade, por meio de reajustes periódicos ou aplicação das bandeiras tarifárias, costuma ser positivo em função de, nestes momentos, essas empresas serem mais solicitadas.</p>



<p><br>A contribuição da indústria de energia elétrica para o país é inquestionável sendo que a gestão com equilíbrio e bom senso trará ganhos para toda a sociedade além de alavancarem os investimentos e apostas no mercado de ações.</p>



<p><br>Nesse momento de alerta para atendimento da demanda e os reais e profundos impactos do el nino é fundamental que todas as fontes elétricas estejam disponíveis e, principalmente, desempenhem as suas respectivas vocações para o benefício do país.</p>
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